{"id":131,"date":"2021-07-30T00:02:42","date_gmt":"2021-07-30T00:02:42","guid":{"rendered":"https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/?p=131"},"modified":"2021-09-02T16:51:42","modified_gmt":"2021-09-02T16:51:42","slug":"passeio-ao-centro-reliquias-ruinas-restos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/es\/passeio-ao-centro-reliquias-ruinas-restos\/","title":{"rendered":"Passeio ao Centro: rel\u00edquias, ru\u00ednas, restos"},"content":{"rendered":"<p>Quando pequena, nos idos anos 1960, ainda escutava pessoas da minha fam\u00edlia dizendo que iam \u00e0 cidade quando se referiam ao deslocamento at\u00e9 o centro do Rio de Janeiro. Naquele tempo perdurava um resqu\u00edcio de mem\u00f3ria do centro do Rio como o local do com\u00e9rcio fino, bares antigos, reparti\u00e7\u00f5es p\u00fablicas e edif\u00edcios empresariais. Quando, aos dezessete anos, consegui meu primeiro emprego na Rua M\u00e9xico, aquela ida \u00e0 cidade parecia assinalar uma ansiada participa\u00e7\u00e3o na vida da metr\u00f3pole. Era uma inicia\u00e7\u00e3o naquela pulsa\u00e7\u00e3o. Ao final do expediente, havia o chope no Amarelinho. Enquanto os corpos permaneciam sentados nas mesinhas de m\u00e1rmore, os olhares viajavam criando uma cama de gato atmosf\u00e9rica de desejos, intrigas e galhofas. Percorria sebos com livros amarelados cultuados por compradores que formavam uma seita de devo\u00e7\u00e3o \u00e0s letras mortas ressuscitadas em leituras. Inventariava as igrejas barrocas com seus polpudos anjos e santos um tanto soturnos quando adornados com perucas de cabelos humanos que jaziam como vegeta\u00e7\u00e3o morta contra vestimentas de cetim.<\/p>\n\n\n\n<p>Este centro que conheci na minha adolesc\u00eancia h\u00e1 muito tempo havia sido sepultado como capital. Os arquitetos respons\u00e1veis pela inven\u00e7\u00e3o de Bras\u00edlia, quimera modernista no Planalto Central, foram sabidamente os cariocas Oscar Niemeyer e L\u00facio Costa. Afora a perda do poder pol\u00edtico para Bras\u00edlia e o esvaziamento cosmopolita, o Rio de Janeiro h\u00e1 muito n\u00e3o tinha a for\u00e7a econ\u00f4mica e financeira de S\u00e3o Paulo. Ao longo dos anos, em que pesem os esfor\u00e7os de recupera\u00e7\u00e3o do corredor cultural, entre outras iniciativas, o centro foi se deteriorando naquela deprimente decrepitude. Recebeu \u00edmpeto com as controversas reformas do Porto Maravilha e a derrubada da Perimetral, mas isso n\u00e3o alterou seu despovoamento. Entretanto, at\u00e9 recentemente nunca tinha deixado de ser um local de conflu\u00eancia de todas as zonas da cidade.<\/p>\n\n\n\n<p>Desde o in\u00edcio do s\u00e9culo XX, com as reformas de Pereira Passos, as pessoas foram sendo expulsas do centro. Sob a picareta demolidora da prefeitura, gente trabalhadora e pobre foi enxotada dos corti\u00e7os. Nos anos 1920, para abrigar o espet\u00e1culo do Centen\u00e1rio da Independ\u00eancia do Brasil, o morro do Castelo com seus marcos hist\u00f3ricos e comunidade popular foi arrasado. Na final da Era Vargas, a Pra\u00e7a Onze, que congregava ritmos, variada gente e vibrantes festividades Afro-brasileiras, foi dilapidada. Com a transfer\u00eancia da capital para Bras\u00edlia, at\u00e9 mesmo os edif\u00edcios ic\u00f4nicos do Estado Novo foram se deteriorando no desleixo do abandono.<\/p>\n\n\n\n<p>Arrebatadora, a paisagem da ba\u00eda da Guanabara emoldurando o centro parecia esmorecer qualquer constru\u00e7\u00e3o. Mas becos, igrejas, pra\u00e7as e a diversificada vida de rua foram captadas em pinturas coloniais, aquarelas de Debret, escritos de Manuel Ant\u00f4nio de Almeida, Joaquim Manuel Macedo, Machado de Assis, Jo\u00e3o do Rio, entre tantos outros. Rubem Fonseca, em lapidar conto dos anos 1990, \u201cA arte de caminhar pelas ruas do Rio de Janeiro\u201d, faz seu narrador-protagonista Augusto-Epif\u00e2nio caminhar por um centro implodido onde os escombros das constru\u00e7\u00f5es se justap\u00f5em ao desmanche social de despossu\u00eddos, evang\u00e9licos, prostitutas e pequenos estafadores. O pr\u00f3prio Augusto-Epif\u00e2nio escreve um copioso manuscrito intitulado \u201cA arte de andar nas ruas do Rio de Janeiro\u201d. Na sua desmedida compila\u00e7\u00e3o entram detalhes das ruas, digress\u00f5es hist\u00f3ricas, mem\u00f3rias e nomenclaturas. Augusto abra\u00e7a as \u00e1rvores do Campo de Santana e quer revelar as belezas de remanescentes relic\u00e1rios para a prostituta Kelly, que, entediada, buscava distra\u00e7\u00e3o com as quinquilharias dos camel\u00f4s. Mas, se o passado enquanto legado material hist\u00f3rico se arru\u00edna em escombros, o passado enquanto cicatriz colonial, explora\u00e7\u00e3o humana e mis\u00e9ria social aflora nos corpos negros dos catadores de pap\u00e9is, desponta na \u00e1rdua barganha da sobreviv\u00eancia de mi\u00fada gente sem recurso e assombra as faces dos desvalidos possu\u00eddos pelo temor de um destino que amea\u00e7a. Seguindo as pegadas de tantos fl\u00e2neurs e narradores, Augusto-Epif\u00e2nio encontra nas velhas ruas do centro n\u00e3o uma \u201calma encantadora\u201d, mas uma vida tecida de encontros com estranhos, epifanias ef\u00eameras e mem\u00f3rias.<\/p>\n\n\n\n<p>Durante a pandemia, o centro do Rio de Janeiro tornou-se um local agonizante. Edif\u00edcios inteiros de escrit\u00f3rios vazios, restaurantes fechados, pra\u00e7as dilapidadas. As est\u00e1tuas esquecidas, que em tantos locais est\u00e3o sendo alvo de disputas pol\u00edticas, foram deixadas aos pombos e as fontes do s\u00e9culo XIX se tornaram mict\u00f3rios a c\u00e9u aberto.<\/p>\n\n\n\n<p>Em passeio recente, olhava o monumento a Floriano Peixoto em frente ao Theatro Municipal, uma obra grandiloquente do positivismo p\u00e1trio inaugurada em 1910. Em pedra e bronze, a narrativa da saga nacional sob os preceitos comtianos adaptados \u00e0 historiografia nacional. Grupos escult\u00f3ricos ao redor do pedestal exemplificam as \u201ctr\u00eas ra\u00e7as\u201d da forma\u00e7\u00e3o brasileira. Ao lado do ind\u00edgena livre e altivo, o \u00edndio domado pela espada da conquista e posteriormente catequizado. Os negros esculpidos como fortes camponeses libertos. As futuras gera\u00e7\u00f5es representadas por crian\u00e7as de aspecto europeu flutuando num desconcertante limbo de nuvens ou ondas. Coroando o pin\u00e1culo dessa ode em pedra ao culto do heroico-militar, uma est\u00e1tua de mulher al\u00e7ando os bra\u00e7os ao lado de Floriano, este de espada em punho. A est\u00e1tua de Floriano \u00e9 acompanhada pelas de Tiradentes, de Jos\u00e9 Bonif\u00e1cio e do inevit\u00e1vel Benjamin Constant. Mas, naquela tarde triste de esvaziamento, essa pedagogia escult\u00f3rica \u2014 de ret\u00f3rica t\u00e3o simplista e retr\u00f3gada, com sua aposta no progresso, nas hierarquias da evolu\u00e7\u00e3o e no hero\u00edsmo armado \u2014 tornou-se outra coisa na decr\u00e9pita Cinel\u00e2ndia.<\/p>\n\n\n\n<p>A est\u00e1tua equestre de Dom Pedro I proclamando a independ\u00eancia do Brasil foi inaugurada em 1862 na ent\u00e3o Pra\u00e7a da Constitui\u00e7\u00e3o. Foi a primeira grande escultura a ser encomendada no Brasil durante o imp\u00e9rio. No alto do pedestal, montado em brioso cavalo, Dom Pedro acena com os pap\u00e9is da independ\u00eancia. Cercando o pedestal est\u00e3o os grupos aleg\u00f3ricos que representam grandes rios brasileiros, S\u00e3o Francisco, Madeira, Amazonas e Paran\u00e1. Os rios est\u00e3o metamorfoseados em magn\u00edficas est\u00e1tuas de figuras ind\u00edgenas e est\u00e3o cercados de animais de suas respectivas regi\u00f5es. Mas enquanto Dom Pedro, no topo do pedestal, domina o grupo escult\u00f3rico, os olhos dos pedestres ficam voltados para as esculturas feitas ao estilo do indianismo rom\u00e2ntico do s\u00e9culo XIX. O manifesto das na\u00e7\u00f5es na m\u00e3o de Dom Pedro se reduz a um len\u00e7o vultoso. Um monumento \u00e0 independ\u00eancia em que a presen\u00e7a massiva do negro escravizado \u00e9 obliterada, a sociedade civil desaparece e resta o monarca cercado de flora, fauna e ind\u00edgenas romantizados. Nessas lacunas t\u00e3o ruidosas jaz tamb\u00e9m a ironia involunt\u00e1ria do monumento. Dom Pedro I governa para quem? Oferece a independ\u00eancia a quem?<\/p>\n\n\n\n<p>No entardecer crepuscular da Pra\u00e7a Tiradentes, as est\u00e1tuas ind\u00edgenas dos rios assombram como deidades imagin\u00e1rias de uma natureza ag\u00f4nica. Enquanto os militares autorit\u00e1rios heroicizados no monumento a Floriano Peixoto agora proliferam em reles vers\u00e3o miliciana policialesca, os rios e os ind\u00edgenas ali alegorizados padecem e morrem na devasta\u00e7\u00e3o ecol\u00f3gica e humana do Brasil atual.<\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1 o chafariz ornamental colocado no lugar do Pal\u00e1cio Monroe tornou-se um lix\u00e3o a c\u00e9u aberto. Est\u00e1tuas voluptuosas e belas s\u00e3o agora figuras esquecidas de um chafariz que n\u00e3o jorra \u00e1gua, uma fonte ornamental jogada em cima de um estacionamento com seu pedestal cercado de pl\u00e1sticos f\u00e9tidos e excrementos. Relic\u00e1rio ruinoso de restos abjetos.<\/p>\n\n\n\n<p>No Passeio P\u00fablico, o jardim respira, um arquivo vegetal pincelado pela hist\u00f3ria. Patos brancos navegam prosaicos no laguinho escuro. As est\u00e1tuas repousam num verde que permanece. \u00c1rvores antigas exibem grossas e tortuosas ra\u00edzes, folhas ca\u00eddas d\u00e3o adeus enquanto a cidade ao redor \u00e9 um cen\u00e1rio de papel\u00e3o pintado de arranha-c\u00e9us.<\/p>\n\n\n\n<p>Murais colorem as ruas estreitas perto do Largo de S\u00e3o Francisco. Um coletivo art\u00edstico (Epifania Liter\u00e1ria) colocou os rostos pintados de um pante\u00e3o de gente nas fachadas. N\u00e3o s\u00e3o her\u00f3is, hero\u00ednas, deidades. Tampouco est\u00e3o na parede por serem celebridades, embora tamb\u00e9m sejam isso.<\/p>\n\n\n\n<p>No semic\u00edrculo da Pra\u00e7a da Cruz Vermelha, os sobrados carcomidos circundam pessoas jogadas no umbigo da rua. Me lembrei do belo poema de Drummond, \u201cA flor e a n\u00e1usea\u201d. \u201cPreso \u00e0 minha classe e a algumas roupas, \/vou de branco pela rua cinzenta&#8230;&#8230;Em v\u00e3o me tento explicar, os muros s\u00e3o surdos.\/ Sob a pele das palavras h\u00e1 cifras e c\u00f3digos.\/ O sol consola os doentes e n\u00e3o os renova.\/ As coisas. Que tristes s\u00e3o as coisas, consideradas sem \u00eanfase\u201d.&nbsp; Desesperan\u00e7ado e entediado, o poeta no seu impasse v\u00ea que \u201cuma flor nasceu na rua!\/ Passem de longe, bondes, \u00f4nibus, rio de a\u00e7o do tr\u00e1fego.\/ Uma flor ainda desbotada\/ ilude a pol\u00edcia, rompe o asfalto (&#8230;) Sento-me no ch\u00e3o da capital do pa\u00eds \u00e0s cinco horas da tarde\/ e lentamente passo a m\u00e3o nessa forma insegura\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Aqui nessa tarde, nada de flor rompendo o asfalto. Nem mesmo a n\u00e1usea da impot\u00eancia de n\u00e3o realizar futuros esperan\u00e7osos. Nada de futuro. Somente o presente pand\u00eamico no centro do Rio de Janeiro. N\u00e3o me sento no meio-fio da rua perto de gente remexendo o lixo. Mas, olhando as fachadas dolentes de descuido, senti \u2014 depois de meses de quarentena, quando o mundo era visto por janelas e telas \u2014 que estava num espa\u00e7o p\u00fablico. Degradado, sujo, abandonado e at\u00e9 um bocado s\u00f3rdido. Mas era\/\u00e9 um espa\u00e7o p\u00fablico.<\/p>\n\n\n\n<p>Na quarentena, as cidades com suas densidades, multid\u00f5es, estrid\u00eancias e estranhamentos foram vistas como cen\u00e1rios de cont\u00e1gio e temor. Para as classes mais abastadas, tornara-se ainda mais urgente o imperativo do nicho ecol\u00f3gico da \u201ccasa de campo\u201d. Para as classes m\u00e9dias espremidas entre paredes ex\u00edguas e demandas de normatividade sem as garantias da mesma, a cidade ficou ainda mais asfixiante. Para os pobres sem alternativa que tinham que pisar o asfalto no esfor\u00e7o de sobreviv\u00eancia, a cidade despontou cada vez mais dura. O que \u00e9 estar-na-cidade quando esta ainda tem um centro, ruas de pedestres, monumentos com cacos de hist\u00f3ria, gente jogada a esmo, incertezas e pulsa\u00e7\u00f5es que se renovam na vida? Vida explodida de sensa\u00e7\u00f5es na rua congestionada: caixas de som, tabuleiros prec\u00e1rios de bombons, trocas entre estranhos, olhares fugidios, contatos corporais e epifanias ef\u00eameras. Estar-na-cidade \u00e9 um ato de entrega. A conviv\u00eancia com outros nas suas materialidades\/subjetividades. Esbarrar na carne suja, violenta e pujante da metr\u00f3pole \u00e9, tantas vezes, extenuante e perigoso. Essas experi\u00eancias tamb\u00e9m se congelam em imagens. O estar- na -rua pode ser virtualizado. Essa rua tamb\u00e9m se vivencia com um telefone celular na m\u00e3o com o qual foram feitas essas amadoras imagens. Mas, em nesgas de instantes, a cidade como m\u00e1quina do mundo estilha\u00e7ado tamb\u00e9m nos sussurra algo. Ela nos fala dessa moradia estranha que constru\u00edmos, um mundo ainda-todavia humano.<\/p>\n\n\n\n<p>Caderno de Imagens:<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"768\" src=\"https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image1-1024x768.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-132\" srcset=\"https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image1-1024x768.jpeg 1024w, https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image1-300x225.jpeg 300w, https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image1-768x576.jpeg 768w, https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image1-16x12.jpeg 16w, https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image1-750x562.jpeg 750w, https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image1-550x412.jpeg 550w, https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image1.jpeg 1299w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption>Figura 1. Minist\u00e9rio da Fazenda, Centro, Rio de Janeiro.<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"768\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image2-e1630414999403-768x1024.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-133\" srcset=\"https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image2-e1630414999403-768x1024.jpeg 768w, https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image2-e1630414999403-225x300.jpeg 225w, https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image2-e1630414999403-9x12.jpeg 9w, https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image2-e1630414999403-750x1000.jpeg 750w, https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image2-e1630414999403-550x734.jpeg 550w, https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image2-e1630414999403.jpeg 974w\" sizes=\"auto, (max-width: 768px) 100vw, 768px\" \/><figcaption>Figura 2. Pal\u00e1cio Gustavo Capanema, Centro, Rio de Janeiro.<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"768\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image3-e1630415349695-768x1024.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-134\" srcset=\"https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image3-e1630415349695-768x1024.jpeg 768w, https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image3-e1630415349695-225x300.jpeg 225w, https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image3-e1630415349695-9x12.jpeg 9w, https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image3-e1630415349695-750x1000.jpeg 750w, https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image3-e1630415349695-550x734.jpeg 550w, https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image3-e1630415349695.jpeg 974w\" sizes=\"auto, (max-width: 768px) 100vw, 768px\" \/><figcaption>Figura 3: Monumento ao Marechal Floriano Peixoto, Imagem de ind\u00edgena catequizada.<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"768\" src=\"https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image4-e1630415342892-1024x768.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-135\" srcset=\"https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image4-e1630415342892-1024x768.jpeg 1024w, https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image4-e1630415342892-300x225.jpeg 300w, https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image4-e1630415342892-768x576.jpeg 768w, https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image4-e1630415342892-16x12.jpeg 16w, https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image4-e1630415342892-750x562.jpeg 750w, https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image4-e1630415342892-550x412.jpeg 550w, https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image4-e1630415342892.jpeg 1299w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption>Figura 4. Monumento ao Marechal Floriano Peixoto.<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"768\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image5-e1630415333525-768x1024.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-136\" srcset=\"https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image5-e1630415333525-768x1024.jpeg 768w, https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image5-e1630415333525-225x300.jpeg 225w, https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image5-e1630415333525-9x12.jpeg 9w, https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image5-e1630415333525-750x1000.jpeg 750w, https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image5-e1630415333525-550x734.jpeg 550w, https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image5-e1630415333525.jpeg 974w\" sizes=\"auto, (max-width: 768px) 100vw, 768px\" \/><figcaption>Figura 5. Est\u00e1tuas simbolizando o Rio Amazonas, Pra\u00e7a Tiradentes.<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"768\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image6-e1630415326414-768x1024.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-137\" srcset=\"https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image6-e1630415326414-768x1024.jpeg 768w, https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image6-e1630415326414-225x300.jpeg 225w, https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image6-e1630415326414-9x12.jpeg 9w, https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image6-e1630415326414-750x1000.jpeg 750w, https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image6-e1630415326414-550x734.jpeg 550w, https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image6-e1630415326414.jpeg 974w\" sizes=\"auto, (max-width: 768px) 100vw, 768px\" \/><figcaption>Figura 6. Est\u00e1tua Dom Pedro I, Pra\u00e7a Tiradentes.<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"768\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image7-e1630415319781-768x1024.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-138\" srcset=\"https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image7-e1630415319781-768x1024.jpeg 768w, https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image7-e1630415319781-225x300.jpeg 225w, https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image7-e1630415319781-9x12.jpeg 9w, https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image7-e1630415319781-750x1000.jpeg 750w, https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image7-e1630415319781-550x734.jpeg 550w, https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image7-e1630415319781.jpeg 974w\" sizes=\"auto, (max-width: 768px) 100vw, 768px\" \/><figcaption>Figura 7. Est\u00e1tua aleg\u00f3rica do Rio Madeira.<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"768\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image8-1-e1630415141906-768x1024.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-139\" srcset=\"https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image8-1-e1630415141906-768x1024.jpeg 768w, https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image8-1-e1630415141906-225x300.jpeg 225w, https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image8-1-e1630415141906-9x12.jpeg 9w, https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image8-1-e1630415141906-750x1000.jpeg 750w, https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image8-1-e1630415141906-550x734.jpeg 550w, https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image8-1-e1630415141906.jpeg 974w\" sizes=\"auto, (max-width: 768px) 100vw, 768px\" \/><figcaption>Figura 8. Fonte do antigo Pal\u00e1cio Monroe, Pra\u00e7a Mahatma Ghandi.<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"768\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image9-e1630415135486-768x1024.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-140\" srcset=\"https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image9-e1630415135486-768x1024.jpeg 768w, https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image9-e1630415135486-225x300.jpeg 225w, https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image9-e1630415135486-9x12.jpeg 9w, https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image9-e1630415135486-750x1000.jpeg 750w, https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image9-e1630415135486-550x734.jpeg 550w, https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image9-e1630415135486.jpeg 974w\" sizes=\"auto, (max-width: 768px) 100vw, 768px\" \/><figcaption>Figura 9. Fonte, Pra\u00e7a Mahatma Ghandi.<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"768\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image10-1-e1630415128546-768x1024.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-141\" srcset=\"https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image10-1-e1630415128546-768x1024.jpeg 768w, https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image10-1-e1630415128546-225x300.jpeg 225w, https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image10-1-e1630415128546-9x12.jpeg 9w, https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image10-1-e1630415128546-750x1000.jpeg 750w, https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image10-1-e1630415128546-550x734.jpeg 550w, https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image10-1-e1630415128546.jpeg 974w\" sizes=\"auto, (max-width: 768px) 100vw, 768px\" \/><figcaption>Figura 10. Fonte, Pra\u00e7a Mahatma Ghandi.<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"768\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image11-1-e1630415122319-768x1024.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-142\" srcset=\"https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image11-1-e1630415122319-768x1024.jpeg 768w, https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image11-1-e1630415122319-225x300.jpeg 225w, https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image11-1-e1630415122319-9x12.jpeg 9w, https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image11-1-e1630415122319-750x1000.jpeg 750w, https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image11-1-e1630415122319-550x734.jpeg 550w, https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image11-1-e1630415122319.jpeg 974w\" sizes=\"auto, (max-width: 768px) 100vw, 768px\" \/><figcaption>Figura 11. Passeio P\u00fablico.<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"768\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image12-1-e1630415115334-768x1024.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-143\" srcset=\"https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image12-1-e1630415115334-768x1024.jpeg 768w, https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image12-1-e1630415115334-225x300.jpeg 225w, https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image12-1-e1630415115334-9x12.jpeg 9w, https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image12-1-e1630415115334-750x1000.jpeg 750w, https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image12-1-e1630415115334-550x734.jpeg 550w, https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image12-1-e1630415115334.jpeg 974w\" sizes=\"auto, (max-width: 768px) 100vw, 768px\" \/><figcaption>Figura 12. Passeio P\u00fablico.<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"768\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image13-1-e1630415105295-768x1024.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-144\" srcset=\"https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image13-1-e1630415105295-768x1024.jpeg 768w, https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image13-1-e1630415105295-225x300.jpeg 225w, https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image13-1-e1630415105295-9x12.jpeg 9w, https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image13-1-e1630415105295-750x1000.jpeg 750w, https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image13-1-e1630415105295-550x734.jpeg 550w, https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image13-1-e1630415105295.jpeg 974w\" sizes=\"auto, (max-width: 768px) 100vw, 768px\" \/><figcaption>Figura 13. Passeio P\u00fablico.<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"768\" src=\"https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image14-1024x768.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-145\" srcset=\"https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image14-1024x768.jpeg 1024w, https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image14-300x225.jpeg 300w, https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image14-768x576.jpeg 768w, https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image14-16x12.jpeg 16w, https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image14-750x562.jpeg 750w, https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image14-550x412.jpeg 550w, https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image14.jpeg 1299w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption>Figura 14. Instagram Epifania Liter\u00e1ria.<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"768\" src=\"https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image15-1024x768.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-146\" srcset=\"https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image15-1024x768.jpeg 1024w, https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image15-300x225.jpeg 300w, https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image15-768x576.jpeg 768w, https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image15-16x12.jpeg 16w, https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image15-750x562.jpeg 750w, https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image15-550x412.jpeg 550w, https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image15.jpeg 1299w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption>Figura 15. Painel Epifania Liter\u00e1ria.<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"768\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image16-e1630415095701-768x1024.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-147\" srcset=\"https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image16-e1630415095701-768x1024.jpeg 768w, https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image16-e1630415095701-225x300.jpeg 225w, https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image16-e1630415095701-9x12.jpeg 9w, https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image16-e1630415095701-750x1000.jpeg 750w, https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image16-e1630415095701-550x734.jpeg 550w, https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image16-e1630415095701.jpeg 974w\" sizes=\"auto, (max-width: 768px) 100vw, 768px\" \/><figcaption>Figura 16. Instagram Epifania Liter\u00e1ria.<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"768\" src=\"https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image17-1024x768.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-148\" srcset=\"https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image17-1024x768.jpeg 1024w, https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image17-300x225.jpeg 300w, https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image17-768x576.jpeg 768w, https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image17-16x12.jpeg 16w, https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image17-750x562.jpeg 750w, https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image17-550x412.jpeg 550w, https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image17.jpeg 1299w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption>Figura 17. Rua do Centro, Rio de Janeiro.<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"768\" src=\"https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image18-1-e1630415084348-1024x768.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-149\" srcset=\"https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image18-1-e1630415084348-1024x768.jpeg 1024w, https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image18-1-e1630415084348-300x225.jpeg 300w, https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image18-1-e1630415084348-768x576.jpeg 768w, https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image18-1-e1630415084348-16x12.jpeg 16w, https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image18-1-e1630415084348-750x562.jpeg 750w, https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image18-1-e1630415084348-550x412.jpeg 550w, https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image18-1-e1630415084348.jpeg 1299w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption>Figura 18. Pra\u00e7a da Cruz Vermelha, Centro, Rio de Janeiro.<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"768\" src=\"https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image19-1-1024x768.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-150\" srcset=\"https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image19-1-1024x768.jpeg 1024w, https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image19-1-300x225.jpeg 300w, https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image19-1-768x576.jpeg 768w, https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image19-1-16x12.jpeg 16w, https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image19-1-750x562.jpeg 750w, https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image19-1-550x412.jpeg 550w, https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image19-1.jpeg 1299w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption>Figura 19. Rua do Centro.<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"768\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image20-e1630415071762-768x1024.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-151\" srcset=\"https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image20-e1630415071762-768x1024.jpeg 768w, https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image20-e1630415071762-225x300.jpeg 225w, https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image20-e1630415071762-9x12.jpeg 9w, https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image20-e1630415071762-750x1000.jpeg 750w, https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image20-e1630415071762-550x734.jpeg 550w, https:\/\/arquivosabertoscidades.la\/web\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/image20-e1630415071762.jpeg 974w\" sizes=\"auto, (max-width: 768px) 100vw, 768px\" \/><figcaption>Figura 20. Vitrine.<\/figcaption><\/figure><\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Quando pequena, nos idos anos 1960, ainda escutava pessoas da minha fam\u00edlia dizendo que iam \u00e0 cidade quando se referiam ao deslocamento at\u00e9 o centro do Rio de Janeiro. Naquele tempo perdurava um resqu\u00edcio de mem\u00f3ria do centro do Rio como o local do com\u00e9rcio fino, bares antigos, reparti\u00e7\u00f5es p\u00fablicas e edif\u00edcios empresariais. 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